A eleição da Câmara de Vereadores de Poções para a escolha do novo Presidente sinalizava o embate de duas chapas. De um lado a chapa encabeçada por Vilmar Leite e outra pelo Vereador Kelé. A disputa era dada como certa em virtude da insatisfação com a forma de gestão que vinha sendo realizada pelo ex-presidente. De acordo com as conversas de bastidores, a chapa de Vilmar Leite era formada com Gircélio, Nelsão e Nino e a de Kelé com Ziza, Joaquim Moreno e Otoniel. Preocupado em evitar surpresas, Kelé realizou várias reuniões e até se dispôs a assinar uma carta de compromissos para contar com o voto do Vereador Bonfim e vencer as eleições.
Porém, na calada da noite, o Vereador Joaquim Moreno que estava na chapa de Kelé com o cargo de 1º Secretário, virou a casaca e apunhalou seus colegas pelas costas. De forma sorrateira, se articulou com o Prefeito e passou a concorrer ao cargo de presidente numa chapa com Gircélio na vice, Vilmar Leite 1º secretário e Nino 2º secretário.
Diante da traição de Joaquim Moreno, a revolta tomou conta de todos que foram vítimas do golpe tramado pelo gestor e seus cupichas. Kelé e Ziza, em momento algum, manifestaram a intenção de fazer oposição ao Prefeito, apenas queriam concorrer para desbancar aqueles que vinham administrando a Câmara para atender seus próprios interesses.
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