RESOLUÇÃO POLÍTICA
DIRETORIO ESTADUAL PT BAHIA
DIRETORIO ESTADUAL PT BAHIA
O Diretório Estadual do PT-BAHIA reunido em 05/11/2011 diante do imperativo político do momento, de operar a unidade das forças políticas da base do governo estadual, ampliado ao plano federal, onde as forças aliadas estejam, em sintonia com o projeto nacional, liderado pela companheira Dilma e por Lula e compreendendo a dimensão nacional da disputa municipal de 2012, que terá repercussão direta na governabilidade do projeto mudancista e na consolidação não apenas da sua base parlamentar, mas também da dinâmica das forças políticas e sociais que sustentam processo virtuoso que transforma o Brasil e a Bahia. E compreendendo que a política de alianças do partido no Estado foi fundamental para derrotar a direita oligárquica baiana e construir aqui um centro estratégico da vitoria do nosso projeto nacional, resolve:
1-Estabelecer á luz das deliberações do IV Congresso do PT e das orientações do Diretório Estadual de 16/07/2011, a determinação da prioridade de alianças com os partidos e candidaturas que estejam alinhadas com o projeto nacional e estadual, onde devemos observar:
a) Os partidos que integraram a aliança em torno da candidatura Dilma presidente tem a prioridade nas composições locais;
b) Aqueles que mesmo não integraram a aliança Nacional, mas compuseram a aliança na Bahia, também serão priorizados;
c)
As forças que compuseram a aliança Nacional e mesmo não integrando a
aliança no estado, e desejem conosco compor alianças locais, na lógica
de enfrentamento dos nossos adversários nacionais; DEM e o PSDB;
d)
Partidos que compuseram campos políticos dispersos em 2010 e que não
catalisaram projetos, estaduais ou nacionais, deverão integrar este
esforço de unidade.
2-A
direção estadual deverá monitorar o processo de construção das
alianças nos municípios, estabelecendo o debate com as instâncias
locais a partir dos membros do diretório estadual, em cada território
de identidade, de forma articulada e conjunta.
3-É
necessário que os diretórios municipais realizem reunião ordinária nos
próximos 30(trinta) dias para discutir preliminarmente a elaboração da
tática eleitoral e da política de alianças,registrando as posições
existentes,entendendo que as decisões só poderão ser tomadas nos
encontros municipais conforme calendário nacional;e autorizar as
executivas municipais a estabelecerem as negociações com vistas a
construção de frente políticas com os partidos da base aliada
estadual.
4-A indicação de pré-candidaturas deverá obedecer às regras estabelecidas pela executiva nacional; podendo cada membro do diretório municipal validar com apoio a 1(uma) única pré-candidatura;sendo fundamental observar a aliança a ser feita ,a viabilidade e a competitividade dos postulantes ,além do papel do PT, como líder da coalizão dos governos Dilma e Wagner ,de ser elemento fundamental na construção da unidade mais ampla possível da base aliada no município.
4-A indicação de pré-candidaturas deverá obedecer às regras estabelecidas pela executiva nacional; podendo cada membro do diretório municipal validar com apoio a 1(uma) única pré-candidatura;sendo fundamental observar a aliança a ser feita ,a viabilidade e a competitividade dos postulantes ,além do papel do PT, como líder da coalizão dos governos Dilma e Wagner ,de ser elemento fundamental na construção da unidade mais ampla possível da base aliada no município.
5-O
PT deverá observar o papel fundamental dos mandatos de vereador na
política municipal e trabalhar com prioridade, também, a chapa de
vereadores (as), discutindo os nomes, a aliança proporcional e a
viabilização da eleição de mandatos petistas em todos os municípios.
6-Caberá
aos diretórios municipais, um esforço maior para a unidade do partido,
construindo consensos sobre táticas, alianças e candidaturas
proporcionais e majoritárias, entendendo que ao mergulhar na luta
interna o PT perde espaço e condição de liderança e influência decisiva
quanto aos partidos da base aliada. Portanto evitar as polarizações e
disputas radicalizadas e construir o dialogo entre as posições
políticas internas só fortalece o papel dirigente do PT.
7-O
dialogo com os aliados, partidos, lideres ou pré-candidatos; se dará
através da Executiva municipal ou comissão provisória, mas deve ser
evitada a presença de membros de outros partidos nos fóruns internos
petistas salvo nas aberturas formais, mas sem interferência nos debates
políticos.
8-Nos
municípios governados pelo PT, o nosso compromisso é maior com a
unidade e a não-conflagração interna, deverão ser buscados os caminhos
do dialogo e da construção unitária da sucessão, e nos casos de
reeleição de prefeitos (as) petistas é evidente a prioridade política
da candidatura do (a) prefeito(a), como fator de consolidação da
hegemonia petista, onde o diálogo com os aliados e parceiros, os
recursos de pesquisas, qualitativa e quantitativa, são fundamentais
para balizar as nossas decisões partidárias,entendendo que democracia
petista contempla a disputa, mas também o dialogo e a construção
unitária de posições políticas.
9-Os
diretórios municipais deverão preencher a ficha com informações
preliminares sobre o quadro sucessório e enviar a Executiva Estadual (presidê
ncia@ptbahia.org.br ),
secgeralptba@gmail.com , conforme orientação na pagina eletrônica do Partido.
Salvador, 05 de Novembro de 2011.
DIRETÓRIO ESTADUAL DO PT BAHIA
Resolução
O
Diretório Estadual do PT Bahia, diante do quadro traçado em alguns
Diretórios municipais do Estado, de realizar disputa eleitoral interna
para definição de pré-candidaturas,na forma de Prévias eleitorais ou
Encontros específicos,em consonância com as orientações da
SORG-NACIONAL, estabelece:
1-A
necessidade de comunicação á Executiva Estadual do calendário
Municipal de realização de Previas eleitorais ou Encontros para
definição de pré-candidaturas, onde devem ser observadas as regras
estatutárias e resoluções partidárias,notadamente:
a)Ata
e decisão da instância dirigente de realizar prévias eleitorais ou
encontro,observando o Artigo 142 do Estatuto e o item a da Resolução da
CEN de 06/10/2011
b)Constituição da Comissão Eleitoral,que dirigirá o processo,com representação dos postulantes
c)Processo de inscrição de candidaturas,nos prazos e na forma prevista,com apoiamentos de filiados e/ou dirigentes.
d) Publicação da lista de eleitores –filiados,aptos, emanada da SORG Nacional.
e) Regularidade financeira dos candidatos, votantes e da instância municipal.
f) Programação de debate interno entre os postulantes à candidatura.
2-A
não-observância dos itens supracitados, pode levar ao Diretório
Estadual, enquanto instância recursal;a intervir no processo,sujeito
inclusive a sua invalidação.
Salvador, 05 de novembro de 2011
DIRETÓRIO ESTADUAL
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