ESTUDOS DA APLB-SINDICATO E DO SINSEP INDICAM QUE A PREFEITURA DE POÇÕES TEM CONDIÇÕES DE REAJUSTAR OS SALÁRIOS EM 10% E 13,75%
Dia 27 de junho de 2009, depois de um vergonhoso desfecho das negociações anteriormente realizadas pela Prefeitura de Poções com os professores, o Prefeito Luciano voltou a se reunir com a APLB – Sindicato Delegacia Pastoril Poções e com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – SISEP para apresentação de estudos sobre a possibilidade de reajustar os salários dos servidores.
O técnico da APLB - Sindicato, Joel afirmou perante todos os participantes da reunião que, de acordo com os estudos realizados, tomando por base os documentos fornecidos e divulgados pela Prefeitura de Poções, é possível conceder um reajuste de 13.75% para os professores e trabalhadores em Educação com certa folga contábil.
O técnico contratado pelo SINSEP - Artur Neto ponderou que, embora tivesse ciência da crise que o país atravessa e da redução de repasses, principalmente do FPM, assegurou que, pelos estudos realizados pela sua consultoria, a Prefeitura de Poções tem condições reais de conceder um reajuste de 10% aos servidores públicos municipais sem comprometer as finanças do município ou criar qualquer problema com o TCM.
Depois de afirmar de alto e bom som que não poderia reajustar o salário dos servidores de forma alguma, o Prefeito Luciano diante dos fatos foi obrigado a admitir que, durante esse tempo todo, a Prefeitura de Poções sempre teve condições de fazer o reajuste. Entre argumentos e constrangimentos, o Prefeito e sua equipe admitiram conceder um reajuste de 5,92% retroativo a março de 2009.
Como a proposta de reajuste é muito ruim e está muito abaixo do que é possível, ficou acertado que será pago aos professores um auxílio, cujo nome e valor será negociado e definido em reunião agendada para o dia 20.07.09, objetivando compensar as perdas e evitar um arrocho ainda maior. Para os demais servidores; ficou sinalizado um estudo para ver se é possível recuperar as perdas salariais mediante abono ou auxílio.
Para o Vereador Bonfim que acompanhou e participou de toda negociação, se o Prefeito não acenar com um abono razoável os professores e professoras poderão retomar a luta por melhores salários. Para Ele, o principal motivo do movimento sindical aceitar os termos desta negociação foi o fato do Executivo afirmar que vai regularizar o recolhimento do INSS - parte patronal que, até então, não vinha sendo recolhido pelos gestores.
Mais informais acesse: http://www.bonfimvereador.com.br/
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